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Desde pequeno que tenho um certo fascínio pela Resistência que em França combateu os nazis durante a II Guerra Mundial. Foi-me trazido pelos pequenos livros de banda desenhada que eram editados no Falcão, como por exemplo, a Mademoiselle X, mas também pelos filmes que ia vendo, quer documentários, quer ficções, e muito também por uma série de televisão que, creio, se chamava, também, Resistência.
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O facto é que sempre admirei aqueles homens e mulheres que lutaram, resistiram e morreram pela libertação da sua terra e igualmente pela derrota da mais nojenta e desprezível tirania que a Europa conheceu no século passado. As imagens a preto e branco acompanham-me sempre que penso nos maquis franceses, nas suas tradicionais boinas pretas, nos seus ataques e fugas, nas suas glórias e tantas derrotas, nas suas perdas, na sua força, querer e por fim na sua vitória. Ainda hoje, a esta distância e depois de todos os crivos que entretanto lhe foram colocados, os vejo como dos primeiros grandes heróis anti-nazis e como a mais notável ponta de lança contra a loucura desmedida do execrável Adolfo.
Até mesmo quando são retratados na pele de uma senhora que dá pelo nome de Michelle e que não gosta de repetir as informações que tem para dar!
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