segunda-feira, 20 de julho de 2009

Os poleiros


Devemos acreditar neles, nas suas boas vontades, nas suas convicções enquanto homens de estado, dedicados à causa pública, com uma verdadeira e honesta vontade de ajudar, de fazer o melhor pelos seus conterrâneos, sem ganhar mais do aquilo que a justeza dos seus serviços lhes outorgar?
Devemos crer que dão o seu melhor independentemente dos ganhos pecuniários? Devemos acreditar nas suas, aparentes, convicções? Devemos aceitá-los como pessoas de bem e escolhê-los para regerem as nossas vidas? Elegê-los como nossos representantes? Dar-lhes a oportunidade de nos guiarem, de nos mostrarem os caminhos, de nos direccionarem?
Ou será que isso é apenas uma quimera e que, na verdade, todos se chamam Isaltino, ou Valentim, ou Fátima, ou Arlindo, ou Manuel Dias?
Até onde, até quando, nos deixaremos levar por uma escumalha que tem no egoísmo e no egocentrismo a sua única motivação?
Às vezes apetece mesmo fazer aquilo que os anarcas proclamavam há uns anos atrás e, nas próximas eleições, votar no galo de Barcelos!!!!

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