sexta-feira, 4 de abril de 2008

A Magia do Cinema (41)


Nome: A Golpada
Realizador: George Roy Hill
Ano: 1973

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A Magia do Cinema (40)


Nome: Amadeus
Realizador: Milos Forman
Ano: 1984

O Desenho na rua


A Bélgica é, sem dúvida, a verdadeira pátria da banda desenhada europeia! Sobretudo se falarmos na francófona, que é, naturalmente, a de maior força no nosso velho continente. Por lá várias ruas estão decoradas com murais que retratam, magnificamente, muitas das melhores e mais conhecidas séries desta especial(izada) corrente literária.
De entre todas elas queria hoje destacar, por ser um soberbo desenho de uma obra marcante de toda a banda desenhada mundial, as Aventuras de Blake e Mortimer e a famosa Marca Amarela.
Na Rue du Houblon, ou será que é a Limehouse Dock na Londres em meados do século XX?

A Magia do Cinema (39)


Nome: Clube dos Poetas Mortos
Realizador: Peter Weir
Ano: 1989

Banda Sonora (3)


Nome: Pearly Gates (Protest Songs)
Autor: Prefab Sprout
Ano: 1989

quarta-feira, 2 de abril de 2008

A Magia do Cinema (38)


Nome: A Guerra das Estrelas (6 capítulos)
Ano: 1977, 1980, 1983, 1999, 2002 e 2005
Realizador: George Lucas

Calem-se JÁ!

No Público on-line de hoje:

«Professora terá utilizado fita-cola para calar alunos do 3º ano
Os pais de três alunos do 3º ano do 1º ciclo da escola EB1 do Salgueiral, em Guimarães, processaram a professora de inglês da turma por maus-tratos infantis. Segundo os encarregados de educação, a professora castigou as crianças, com idades entre os sete e os oito anos, sentando-os de frente para a parede e com as bocas tapadas com fita-cola, como castigo pelo mau comportamento.(...)»

E a esta professora, será que também lhe tiraram o telemóvel??!! E será que a vão transferir de escola? JÁ!

O Melhor Festival do Mundo


O mainstream anda tão ocupado a olhar para o seu próprio umbigo que não se dá conta que existe em Portugal um festival de música que é, só, o melhor festival do género em todo o mundo. A ele acorrem massivamente os entusiastas deste tipo de música. Vêm de todo o lado; de Portugal e do estrangeiro e, segundo rezam as crónicas, todos eles saem plenos de satisfação, músicos e público. Tanto assim é que, este ano, se vai realizar a 6ª edição. Em Gouveia, o Gouveia Art Rock, organizado pela Câmara Municipal e pelo Portugal Progressivo, dá música a todos aqueles que, ainda, nutrem simpatias e até mesmo algum fanatismo salutar, diria eu, por esta forma, bonita, de fazer música! Aparentemente cristalizadas num tempo em que o rock progressivo foi figura de proa nas tendências musicais, estas gentes continuam a prezar este gosto por uma das mais artísticas formas de fazer música. Também eu gosto muito do progressivo, se bem que nunca tenha assistido a este festival, continuo a ouvir Genesis, Yes, Van der Graaf (que irão ser cabeças de cartaz este ano), Jethro Tull, entre muitos outros, com o mesmo entusiasmo com que os ouvi na década de 70, embora deva confessar que a assiduidade com que o faço seja muito descontínua, pelo menos para um verdadeiro amante do prog.
De qualquer forma, não deixa de ser assinalável este esforço para manter viva esta corrente que, na verdade, consubstancia muitas das melhores músicas populares jamais escritas!

Blake e Mortimer


Já está cá fora e já li o novo volume das Aventuras de Blake e Mortimer que dá pelo nome de O Santuário de Gondwana. É da autoria de Juillard e Sente, que já tinham feito a Maquinação Voronov e Os Sarcófagos do 6º Continente. Aqui, mais uma vez conseguem retomar o espírito que o criador da série, E. P. Jacobs, lhe tinha imprimido. Passada sobretudo em África, esta aventura tem uma série de peripécias e reviravoltas inesperadas, que lhe dão a necessária aura de mistério, aventura e ficção científica, tão próprias da originalidade da série. Remete-nos igualmente para aventuras anteriores, o que vem acrescentar a continuidade e ligação entre os vários episódios, conferindo-lhe assim uma identidade muito própria, apesar de já ter conhecido vários autores, uma vez que, para além dos já citados, ainda podemos ler aventuras desenhadas e escritas por Bob de Moor, Van Hamme e Ted Benoit!
De qualquer forma, continua a ser uma leitura perfeitamente deliciosa!!!

Banda Sonora (2)


Nome: The Certainty of Chance (Fin de Siècle)
Autor: The Divine Comedy
Ano: 1998

A Magia do Cinema (37)


Nome: Drowning by Numbers
Realizador: Peter Greenaway
Ano: 1988

terça-feira, 1 de abril de 2008

A magia do Cinema (36)


Nome: Em Nome do Pai
Realizador: Jim Sheridan
Ano: 1993

Banda Sonora (1)


Estou em crer que, quase todos nós, temos a nossa banda sonora! Músicas que nos acompanham pela vida fora, que nos marcaram, que nos recordam, que cremos perfeitas para ilustrarem, acompanharem, determinadas situações. Músicas que só nós ouvimos, do modo que as ouvimos, que nos fizeram crescer, sorrir, cantar.
A banda sonora anda sempre connosco, sabemos essas músicas de cor, vivem dentro de nós e em cada momento assalta-nos aquela que é justa para esse instante, só aquela, a perfeita, a única que podia ser!
Tenho muitas músicas na minha banda sonora, se calhar nem me lembro de todas elas, a não ser quando se me assomem. Mas vou dizer algumas aqui, começo hoje, com esta:

Nome: A Noite Passada (Pré-Histórias)
Autor: Sérgio Godinho
Ano: 1972

Tintin e a saúde


Segundo o site interactivo dos amigos de Tintin, a Ministra Francesa da Saúde decidiu que o sistema nacional de saúde daquele país comparticipasse nas despesas de aquisição dos álbuns de Tintin, quando estes forem entendidos como auxiliares na convalescença das crianças doentes.
A mim parece-me uma excelente ideia, é só pena que hoje seja 1 de Abril e esta noticia, desconfio eu, mais não seja que uma partida dos amigos do Objectif Tintin. No entanto, julgo que a leitura destes livros funciona, muito melhor, que algumas das panaceias que por aí se usam!

A Magia do Cinema (35)


Nome: Forrest Gump
Realizador: Robert Zemeckis
Ano: 1994