terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Changes
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Fine Covers (XXIX)
The Waterboys vs. Dezembro
Não é bem um cover, no sentido tradicional do termo, mas com um pouco de boa vontade...
domingo, 27 de novembro de 2011
Olha se não tem havido jaula
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Graças a Deus é sexta feira / Fine Covers(XXVIII)
Eddie Vedder vs. Bob Dylan
Hoje partilhamos etiquetas e esperamos que os tempos que aí vêm sejam, mesmo, de mudança.
Bom fim de semana.
6 anos
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Na Madeira continuam a cavar...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
O colega novo
Conheci o Henrique há três dias. Já conhecia a Ana, já tinha ouvido falar do Henrique, mas só o conheci há três dias. Num curso. De escrita. Criativa.
O Henrique gosta de escrever, por isso fez o curso. Mas o Henrique é de outras ciências, daquelas que nos dizem ser exactas, por muito pouco explícito que isso seja. Porque ser exacto é tudo o que alguém criativo deve ser. Acho que é isso que o Henrique quer ser. Exacto. Exactamente exacto.
Mesmo que se engane, mesmo que venha a descobrir que dois mais dois nem sempre são quatro, basta que lhe acrescentemos alguma imaginação, daquela exacta, exactamente exacta.
Hoje creio que o Henrique é mais exacto do que era há três dias atrás, porque hoje o Henrique talvez já tenha descoberto que ser criativo é saber somar sempre mais a uma qualquer adição. O que a torna mais exacta.
De qualquer maneira eu fiquei a conhecer o Henrique e a gostar do Henrique, até porque o Henrique, tal como eu, sabe que a acompanhar um prato de moules deve vir sempre uma cerveja, ou duas, ou três e isso é saber a resolução exacta dum problema.
E eu hoje também me senti somado, porque já conheço o Henrique e a Ana e o Fernando e a Rosário e o Joaquim e o Pedro. E esta sim é uma adição perfeita, exacta. Exactamente exacta.
O Henrique gosta de escrever, por isso fez o curso. Mas o Henrique é de outras ciências, daquelas que nos dizem ser exactas, por muito pouco explícito que isso seja. Porque ser exacto é tudo o que alguém criativo deve ser. Acho que é isso que o Henrique quer ser. Exacto. Exactamente exacto.
Mesmo que se engane, mesmo que venha a descobrir que dois mais dois nem sempre são quatro, basta que lhe acrescentemos alguma imaginação, daquela exacta, exactamente exacta.
Hoje creio que o Henrique é mais exacto do que era há três dias atrás, porque hoje o Henrique talvez já tenha descoberto que ser criativo é saber somar sempre mais a uma qualquer adição. O que a torna mais exacta.
De qualquer maneira eu fiquei a conhecer o Henrique e a gostar do Henrique, até porque o Henrique, tal como eu, sabe que a acompanhar um prato de moules deve vir sempre uma cerveja, ou duas, ou três e isso é saber a resolução exacta dum problema.
E eu hoje também me senti somado, porque já conheço o Henrique e a Ana e o Fernando e a Rosário e o Joaquim e o Pedro. E esta sim é uma adição perfeita, exacta. Exactamente exacta.
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