terça-feira, 11 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Fine Covers (I)
Porque, às vezes, as versões nos sabem melhor que os originais.
Peter Gabriel vs. The Magnetic Fields
Peter Gabriel vs. The Magnetic Fields
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
brasileirices

Lido no DN:
«Se estivessem no Brasil ontem à noite a ver televisão, Alexandra Lencastre, Nicolau Breyner, Maria João Bastos, Marco d'Almeida e Filipe Duarte não teriam reconhecido as suas vozes assim que começou o primeiro episódio de Equador. É que a série da TVI, adaptada da obra de Miguel Sousa Tavares, estreou-se na estação pública brasileira, TV Brasil, e foi dobrada.»
E depois ainda me vêm falar do acordo ortográfico?
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Tintin, mais uma espreitadela ao filme
Cada vez me convenço mais que este será um excelente filme de aventuras, mas que estará longe, muito longe, do verdadeiro Tintin.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Tintin en voiture
Se costumam passar por aqui já se aperceberam, decerto, que sou um fanático das Aventuras de Tintin e também já devem ter reparado que tenho algumas reticências quanto ao filme que o Spielberg nos vai mostrar lá mais para o fim do mês. Sei que vai ser um filme óptimo, com tudo o que é necessário para vingar e em grande, mas continuo a achar que não vai ser Tintin, vai ser outra coisa. De qualquer modo não me deixa de ser agradável ver surgir este novo interesse por uma das obras mais marcantes do século XX. Como esta publicidade que abaixo podemos ver.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Peter Gabreil New Blood
É este excelente, digo mais EXCELENTE, espectáculo que poderemos ver e ouvir a partir do próximo dia 10 em cd, dvd, vinil e sei lá mais o quê.
Completamente a não perder e a rever até mais não poder!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Pressas

Quando a porta se abriu verificou que o elevador estava cheio.
Que chatice, pensou, é sempre quando temos mais pressa que o atraso se impõe.
Não encontrando outra alternativa, desceu os 15 andares numa corrida desenfreada pelas escadas.
Quando chegou á porta da rua ouviu um choro de bebé e exasperou-se quando percebeu que o carrinho de onde provinha o choro estava preso na porta impedindo entradas e saídas.
Por vezes há uma espécie de desespero que ilumina as ideias e foi isso que lhe aconteceu, subiu ao primeiro andar e da janela do patamar saltou para a rua.
Começou então uma corrida de alta velocidade pela avenida. O tráfego era intenso, quer de veículos, quer de pessoas e ele ziguezagueou por entre os transeuntes, fazendo gincanas impossíveis, atravessando a estrada por entre os carros que não o viam. Até que percebeu o barulho ensurdecedor de uma moto e, no último instante, conseguiu evitá-la, ela que circulava por entre os automóveis que, entretanto, formavam uma fila interminável, parados perante o vermelho de vários semáforos avariados.
Refeito do susto, viu que várias viaturas da polícia tapavam a passagem lá mais à frente e, com um enorme suspiro resignado, percebeu que não conseguiria chegar ao seu destino a horas.
Foi então que olhou para o lado, para o café que estava à sua direita e viu que, lá dentro, o aparelho de televisão estava ligado.
Com um enorme sorriso a bailar-lhe nos olhos, franqueou a porta, sentou-se na primeira cadeira e pediu uma cerveja, ao mesmo tempo que o árbitro apitava para o inicio do encontro.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Bola azul

Acordou cedo naquela MADRUGADA. Espreitou pela janela e percebeu que, no meio da neblina que já se dissipava, o céu se descobria em tons de um azul inexplicável. O mar, que quase roçava a porta de sua casa, chamava-o. Foi então que reparou na enorme bola azul que, ao longe, vinha saltitando ao sabor das ondas calmas que beijavam a areia…
…quando a MANHÃ se abriu completamente saiu de casa e caminhou lentamente pelas dunas em direcção à praia. Estava deserta, alegrou-se. Uma leve brisa acompanhava-o, afastando as breves nuvens que, teimosamente, ainda se mantinham naquele azul brilhante que saía do céu. Sentou-se na areia e fixou o mar. A enorme bola azul estava agora mais próxima, saltando por sobre as vagas que lhe pareciam sorrir. Deixou-se assim ficar…
…nem se apercebeu que a TARDE despontava já. O sol ia a pino e, apesar do calor, ou por isso mesmo, a praia continuava vazia. Levantou-se e aproximou-se do mar. A enorme bola azul estava cada vez mais perto. Apesar dos saltos que dava e da água que ia explodia , não conseguia ouvir o mínimo ruído. Molhou os pés e tal frescura despertou-lhe ainda mais os sentidos que não sabia possuir…
…ao longe o sol punha-se agora. A NOITE chegava. Fechou os olhos e deitou-se na areia molhada. Continuava quente aquele dia que se aprestava a terminar. Sentiu um silvo por cima de si. Abriu os olhos, a enorme bola azul estava parada exactamente por sobre a sua cabeça. A praia continuava deserta. Levantou-se calmamente e tentou tocar-lhe. Sentiu um frémito inesperado no preciso momento em que a bola recomeçou a saltitar. Foi já sem espanto que a viu afastar-se ao longo do extenso areal.
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