quarta-feira, 29 de junho de 2011

O (meu) disco do momento

Aqui fica mais uma do meu disco do momento:

O que todos precisamos

Ouvi esta canção há poucos minutos, e reconheci nela a minha infância quando Burt Bacharach era presença assídua nas rádios que tínhamos e na televisão que víamos. Reconheci nela sons que, de alguma forma, me encantaram há tantos anos atrás e depois também nela reconheci palavras que não deviam ser ocas, mesmo que possam parecer tão fora de época e até, para alguns iluminados, foleiras.
Eu continuo a gostar desta canção.

Dulce Maria Cardoso


Esta senhora não necessita da minha opinião para conhecer o seu (real) valor. Até porque já ganhou o Prémio de Literatura da União Europeia (se bem que que alguns prémios são atribuídos sabe lá Deus como). Queria dizer, no entanto, que acabei de ler, há pouco tempo, um livro seu, Campo de Sangue, que, em muito boa hora um bom amigo dado às coisas da escrita me recomendou e, posteriormente, ofereceu.
Conheci uma escrita forte, por vezes dura, despojada, mas muito, muito bela. Uma escrita que nos leva para dentro das pessoas que descreve e nos apresenta. Que as revolve e a nós também, que nos deixa sem defesas porque o que nos mostra se apresenta livre e sem amarras. Incomoda é certo, mas é um incómodo que nos faz bem, porque nos alerta e nos traz de volta a um mundo que, por vezes, teimamos em esconder, os das fraquezas da condição humana.
Agora que a conheci, Dulce Maria Cardoso, e mesmo não lhe dando a minha opinião sobre aquilo que escreve, quero dizer-lhe que vou continuar a lê-la porque em mim já se vai revelando a falta que tal escrita faz.
Obrigado.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Explode

Mais uma vez, esta excelente banda nos presenteou com um disco fora do comum (leia-se excepcional, por ser muito bom).
Recheado de canções vibrantes e dotadas de uma força serena, Explode talvez seja o melhor disco dos The Gift que(ou muito me engano) são a melhor banda portuguesa do momento, talvez até de há muitos momentos atrás.
A canção que se pode ouvir abaixo traz-me à memória outros tempos, outras músicas, o mesmo encantamento. Para mim, que fui um admirador confesso dos progs, The Singles permite-me recuar no tempo mantendo um passo à frente, ou seja, recuperou-me sons que me foram familiares dando-lhes, ao mesmo tempo, roupagens que são próprias dos tempos que vamos atravessando.
Até a duração desta canção se aproxima das grandes suites prog dos anos 70.
Mas, claro, Explode não é só isto. É (mesmo) muito mais que isto. Ouçam-no e deliciem-se. Pelo menos com esta colecção de canções sentimos que não devemos nada a ninguém!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Um imenso deserto


Este blogue anda a parecer-se muito com esta imagem.
Um imenso deserto com uns laivos de Tintin.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Columbo



Peter Falk morreu hoje.

O ministro é que sabe


Santos Pereira
“Gostaria que Portugal se transformasse numa Florida da Europa”

Boa, boa, vamos ter a Disneyland e assistir ao CSI Miami ao vivo!
Ah ganda ideia que o ministro teve!

Graças a Deus é sexta feira



Bom fim de semana...
(com boas memórias)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Manto Sagrado


São estes os novos equipamentos do Glorioso. Homenageiam os campeões europeus dos anos 60.
Que saibam ser dignos deles!

The wild side



Take a walk on the wild side...

Nostalgias



Porque há nostalgias que nos fazem sorrir...

E agora


E agora Fernando?
Continuas a ser nobre?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Let...



Que canção bonita!
Que declaração forte!
Que desejo sincero!
Quem me dera que o mundo fosse assim!
Que o céu se conseguisse abrir...

Humor negro ou o fim dos livros?


É disto que eu tenho receio quando se fala dos livros do futuro. Que as bibliotecas fiquem vazias, que as lombadas deixem de existir, que o prazer de folhear seja arredado dos hábitos, que o simples vislumbre de um livro de papel se torne numa miragem e que o cheiro a mofo seja substituido pela ausência de cheiro.
No fundo, que a vida e o sangue sejam substituidos pela perfeição fria e indiferente.

destinos



De que vale ter um blog que nunca ninguém lê?
Acho que esta primavera se prepara para definhar...