sábado, 9 de abril de 2011
As exigências do FMI
frases (imper)feitas (XIX)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Graças a Deus é sexta feira
E agora é cada vez mais a isto que estamos reduzidos...
Bom fim de semana (enquanto os podemos ter)
FC Porto acusa Benfica de “propaganda nazi”

O título deste post foi retirado do jornal Correio da Manhã, mas podia ter sido de outro, dos vários que se referiram a este comunicado emanado da direcção do clube do pinto.
Agora, após a imagem que acima se reproduz e, sobretudo, após o filme que abaixo se vê, em que ficamos? Quem tem atitudes pró-nazi, ou, pelo menos, quem se aproveita da propaganda nazi para acicatar as suas hostes?
Ou será que já todos nos esquecemos que também Hitler queria entrar pela Praça Vermelha e conquistar toda a Europa?
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Europa?

Acho que a ideia da Bola ao fazer esta primeira página, é de um grande sentido de oportunidade, aliás como se confirmou com os resultados desta noite. De facto nesta Europa (e não infelizmente na outra) vamos mandando. Só é pena que para ilustrar os três emblemas portugueses surjam, nomeadamente, um argentino, um colombiano e um brasileiro.
Ou será que nos vamos mudar para a América do Sul?
It'll end in tears...
Histórias com Música (41)
Tenho saudades. Daqueles que conheci e mesmo daqueles que nunca vi.
Dos sorrisos sinceros e até dos amarelos.
De correr atrás dos autocarros, como quem persegue o fundamental.
De parar nas esplanadas só para misturar vozes e desejos.
De nos sentarmos debaixo das árvores e deixar que os pardais nos viessem comer à mão.
Tenho tantas saudades nossas.
De todos nós, os que por aqui estiveram e partiram sem novas. Dos outros que desapareceram numa voragem sem retorno, sabendo que outros caminhos surgiriam e que a vida não espera por ninguém e também dos que foram ficando, esperando que novos trilhos pudessem estar à sua espera.
Faltam-me esses dias de sol, mesmo quando grossas gotas de uma tempestade furiosa nos cobriam os cabelos de transparências que nunca quisemos perder.
Fico nostálgico quando me lembro das brincadeiras infantis e das outras. Dos abraços roubados a medo e de algumas fúrias seladas com lágrimas.
Das trocas de olhares em que nos confundíamos. Dos segredos partilhados com juras inconfessáveis.
Tenho saudades vossas.
Das imortalidades que sabíamos nunca conseguir, mas que jurávamos sem receios, sem temores, porque o mundo estava apenas no seu inicio e a estrada era tão longa que nunca lhe conheceríamos o fim.
Das voltas e reviravoltas inesperadas, dos momentos únicos que partilhámos todos os dias, mesmo quando os repetíamos (in)conscientemente.
Das espreitadelas cúmplices a decotes mais generosos. Dos beijos receosos, de uma mão atrevida que era devolvida com grande estrondo.
Penso até naqueles mais velhos que, graciosamente, nos davam conselhos que nós sabíamos não seguir e que hoje devolvemos com juros, porque nunca imaginámos que seríamos assim.
A nossa vida estava logo ao virar daquela esquina e parava no fim da outra rua.
Tenho saudades daqueles que ficaram, que não quiseram continuar ou que, simplesmente, não puderam.
Das fotografias que tirámos e que hoje guardamos em memórias sépia, que vão escurecendo até que por fim desaparecem.
Tenho muitas saudades. De todos vós e de mim também.
Quem me dera que aqui estivessem todos agora.
Quem me dera que eu ainda aqui estivesse …
Dos sorrisos sinceros e até dos amarelos.
De correr atrás dos autocarros, como quem persegue o fundamental.
De parar nas esplanadas só para misturar vozes e desejos.
De nos sentarmos debaixo das árvores e deixar que os pardais nos viessem comer à mão.
Tenho tantas saudades nossas.
De todos nós, os que por aqui estiveram e partiram sem novas. Dos outros que desapareceram numa voragem sem retorno, sabendo que outros caminhos surgiriam e que a vida não espera por ninguém e também dos que foram ficando, esperando que novos trilhos pudessem estar à sua espera.
Faltam-me esses dias de sol, mesmo quando grossas gotas de uma tempestade furiosa nos cobriam os cabelos de transparências que nunca quisemos perder.
Fico nostálgico quando me lembro das brincadeiras infantis e das outras. Dos abraços roubados a medo e de algumas fúrias seladas com lágrimas.
Das trocas de olhares em que nos confundíamos. Dos segredos partilhados com juras inconfessáveis.
Tenho saudades vossas.
Das imortalidades que sabíamos nunca conseguir, mas que jurávamos sem receios, sem temores, porque o mundo estava apenas no seu inicio e a estrada era tão longa que nunca lhe conheceríamos o fim.
Das voltas e reviravoltas inesperadas, dos momentos únicos que partilhámos todos os dias, mesmo quando os repetíamos (in)conscientemente.
Das espreitadelas cúmplices a decotes mais generosos. Dos beijos receosos, de uma mão atrevida que era devolvida com grande estrondo.
Penso até naqueles mais velhos que, graciosamente, nos davam conselhos que nós sabíamos não seguir e que hoje devolvemos com juros, porque nunca imaginámos que seríamos assim.
A nossa vida estava logo ao virar daquela esquina e parava no fim da outra rua.
Tenho saudades daqueles que ficaram, que não quiseram continuar ou que, simplesmente, não puderam.
Das fotografias que tirámos e que hoje guardamos em memórias sépia, que vão escurecendo até que por fim desaparecem.
Tenho muitas saudades. De todos vós e de mim também.
Quem me dera que aqui estivessem todos agora.
Quem me dera que eu ainda aqui estivesse …
terça-feira, 5 de abril de 2011
frases (imper)feitas (XVI)
Histórias de Coelhos
Olá (XV)
(...)
A corrente está diminuir de força, parece que o ribeiro está a parar. Percebo que não tenho muito tempo, embora não saiba quanto passou desde que aqui estou. Há um chamamento muito forte. Vou deixar-me ir. Sim, é por aqui que vou.
Mergulho!
Não parece água, não me sinto molhado, não me falta a respiração. É aconchegante, doce, confortável. Que sensação boa. Deixo-me ir, levado por esta corrente que me alimenta, me enche de desejos e de vida.
Parece um sonho, um delírio sem fim. É revigorante. Mesmo não sabendo onde estou, consigo afirmar que estou no melhor sítio que alguma vez conseguiria imaginar.
Na verdade, não vejo nada, não oiço nada, mas o que sinto ultrapassa todas essas necessidades, todas as vontades. Sinto-me cheio de força, sinto-me no principio, sei que a partir daqui tudo será novo e renovado. É isso, voltei, não sei onde e a quê mas é isso que sinto acima de tudo.
Volto!
Há uma luz ao fundo e sinto-me impelido a alcançá-la, embora aqui me sinta tão bem, sinto uma força tremenda que me leva em direcção à luz.
Não sei se o que mais quero é ficar aqui ou tomar o caminho da luz. Mas agora não me parece que tenha opção. É irreversível esta força que me leva em direcção à luz.
Deixo-me ir, mas com esforço, com alguma dor até, sinto uma irreprimível vontade de chorar…
…
- Parabéns! É um rapaz perfeito!
A corrente está diminuir de força, parece que o ribeiro está a parar. Percebo que não tenho muito tempo, embora não saiba quanto passou desde que aqui estou. Há um chamamento muito forte. Vou deixar-me ir. Sim, é por aqui que vou.
Mergulho!
Não parece água, não me sinto molhado, não me falta a respiração. É aconchegante, doce, confortável. Que sensação boa. Deixo-me ir, levado por esta corrente que me alimenta, me enche de desejos e de vida.
Parece um sonho, um delírio sem fim. É revigorante. Mesmo não sabendo onde estou, consigo afirmar que estou no melhor sítio que alguma vez conseguiria imaginar.
Na verdade, não vejo nada, não oiço nada, mas o que sinto ultrapassa todas essas necessidades, todas as vontades. Sinto-me cheio de força, sinto-me no principio, sei que a partir daqui tudo será novo e renovado. É isso, voltei, não sei onde e a quê mas é isso que sinto acima de tudo.
Volto!
Há uma luz ao fundo e sinto-me impelido a alcançá-la, embora aqui me sinta tão bem, sinto uma força tremenda que me leva em direcção à luz.
Não sei se o que mais quero é ficar aqui ou tomar o caminho da luz. Mas agora não me parece que tenha opção. É irreversível esta força que me leva em direcção à luz.
Deixo-me ir, mas com esforço, com alguma dor até, sinto uma irreprimível vontade de chorar…
…
- Parabéns! É um rapaz perfeito!
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