sexta-feira, 12 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
The Adventures of Tintin, by S.Spielberg

Quem passa por aqui sabe que eu sou um acérrimo admirador de Tintin, mais, sou um verdadeiro fan, ainda mais, se há alguma coisa em que me considero perito é exactamente nas Aventuras de Tintin. E, para além de tudo o resto (que é muito), Tintin é sobretudo banda desenhada.
Como devem saber, os que se interessam por estas coisas, Spielberg resolveu levá-lo para o grande ecrã. É claro que desconfio, desde o principio, que a coisa vai dar para o torto, pelo menos para aqueles que admiram, verdadeiramente, a obra de Hergé. No entanto, não posso e não devo fazer juízos de valor antecipados. Mas, pelas imagens que já vi, creio que não devo andar muito longe da verdade.
Pela boca...

Para Rogério Alves, entre risos, um Benfica «fanfarrão levou um banho de humildade...» O presidente da assembleia - geral da SAD leonina não esconde a alegria quando confrontado com a derrota do Benfica. «Para alguém da minha idade é sempre, não escondo a alegria desportiva por ver o Benfica naquelas aflições...», disse, a Bola Branca
POIS...
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Protestemos
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
(...) - 39
(...)A chuva cai mais forte agora. Sonora contra a janela. Abeiro-me dela e fico, outra vez, a observar os desenhos que tão bem contorna ao descer, solene e grave, pelos vidros.
A chuva desenha tão bem. E soa bem também. Um batuque ritmado, que não falha.
Here comes the flood, again. Abro a janela.
O vento ajuda a chuva a molhar-me a cara. É agradável.
Lá fora o movimento recomeça.
Os primeiros carros saem à rua.
As primeiras pessoas, estremunhadas ainda, começam a pisar os passeios.
Um novo dia começa. Outra vez. Mais um. Novo em folha.
Mas tão igual aos outros. Que monotonia. Contudo tão doce para quem respeita as rotinas. Pelo menos até a rotina se tornar, obsessivamente, entediante.
Como percebi depois de a viver sem retorno.
Foi também por isso que a chamei. Para que me salvasse da rotina.
(...)
A chuva desenha tão bem. E soa bem também. Um batuque ritmado, que não falha.
Here comes the flood, again. Abro a janela.
O vento ajuda a chuva a molhar-me a cara. É agradável.
Lá fora o movimento recomeça.
Os primeiros carros saem à rua.
As primeiras pessoas, estremunhadas ainda, começam a pisar os passeios.
Um novo dia começa. Outra vez. Mais um. Novo em folha.
Mas tão igual aos outros. Que monotonia. Contudo tão doce para quem respeita as rotinas. Pelo menos até a rotina se tornar, obsessivamente, entediante.
Como percebi depois de a viver sem retorno.
Foi também por isso que a chamei. Para que me salvasse da rotina.
(...)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Arcade Fire fora da Nato JÁ!
Portugal continua a fazer parte da Nato, embora eu não perceba bem porquê e para quê. Sei, contudo,que, por causa disso, os portugueses vão ficar privados de um dos melhores momentos musicais previstos para este ano.
Em vez da boa disposição contagiante, vamos ter uns quantos cinzentões a falar de armas e de guerras. Em vez de danças e cantorias, vamos ter uns quantos paspalhões a brincar aos soldadinhos.
Faço votos para que tais senhores desapareceram bem depressa, enquanto isso, eu prefiro ir para um sitio onde os carros não vão.
Em vez da boa disposição contagiante, vamos ter uns quantos cinzentões a falar de armas e de guerras. Em vez de danças e cantorias, vamos ter uns quantos paspalhões a brincar aos soldadinhos.
Faço votos para que tais senhores desapareceram bem depressa, enquanto isso, eu prefiro ir para um sitio onde os carros não vão.
(...) - 38
(...)Recomeçou a chuva. No horizonte o sol espreita timidamente. A manhã nasce.
Eu também.
Como nasci há tantos anos. Naquela manhã chuvosa de uma primavera que se anunciava. Não me lembro, a minha memória não chega tão longe.
Tantos anos passaram já e tão poucos na verdade, para quem nunca encontrou o caminho. Se é que, afinal, há caminhos para serem encontrados.
Sempre pensei que ela viesse com a noite. Pela sua calada. Acompanhando as sombras. Mas isso devem ser histórias de assustos. E ela deve pensar que já não sou nenhum menino. Engana-se contudo. Porque sou. Nunca deixei de ser.
Um Peter Pan disfarçado. Numa Terra do Nunca que nunca se manifesta realmente. Sei que nunca cresci completamente. Houve sempre aquela pequena criança que nunca me deixou. Com os seus receios, com as suas ternuras. Com os olhos tão abertos perante o desconhecido que, afinal, nunca chegou, verdadeiramente, a conhecer. Talvez nunca tivesse chegado a ser o Pan, talvez se tenha ficado apenas por um menino perdido, algures entre o aqui e aquilo que nunca quis abandonar.
Agora é tarde para perceber, para aceitar, para declarar.
(...)
Eu também.
Como nasci há tantos anos. Naquela manhã chuvosa de uma primavera que se anunciava. Não me lembro, a minha memória não chega tão longe.
Tantos anos passaram já e tão poucos na verdade, para quem nunca encontrou o caminho. Se é que, afinal, há caminhos para serem encontrados.
Sempre pensei que ela viesse com a noite. Pela sua calada. Acompanhando as sombras. Mas isso devem ser histórias de assustos. E ela deve pensar que já não sou nenhum menino. Engana-se contudo. Porque sou. Nunca deixei de ser.
Um Peter Pan disfarçado. Numa Terra do Nunca que nunca se manifesta realmente. Sei que nunca cresci completamente. Houve sempre aquela pequena criança que nunca me deixou. Com os seus receios, com as suas ternuras. Com os olhos tão abertos perante o desconhecido que, afinal, nunca chegou, verdadeiramente, a conhecer. Talvez nunca tivesse chegado a ser o Pan, talvez se tenha ficado apenas por um menino perdido, algures entre o aqui e aquilo que nunca quis abandonar.
Agora é tarde para perceber, para aceitar, para declarar.
(...)
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Cine Paradiso
Tenho o link, em permanência, aqui mesmo ao lado, mas hoje apetece-me postá-lo, dá-lo a ver a quem por aqui passar.
Continua a ser uma delicia, uma deliciosa ternura, uma evolvente lágrima que nos faz acreditar que há pessoas boas.
Continua a ser uma delicia, uma deliciosa ternura, uma evolvente lágrima que nos faz acreditar que há pessoas boas.
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