(...)Escritor…
Ah, o que eu desejei ser escritor.
Romances, contos, até poesia.
A minha grande frustração. A minha última frustração.
Ser escritor.
Sempre li muito. Desde muito pequeno. Histórias infantis, banda desenhada, romances de aventuras, literatura séria, embora isso nunca chegasse a saber verdadeiramente o que era.
Fantástico, neo-realismo, surrealismo, românticos, realistas, e o realismo fantástico também. Novelas, tudo. Li tudo e gostei. Achei que também o podia fazer. Andei por ali e por aqui. Escrevi centenas de páginas. Que digo eu, milhares. E nada se aproveitou. Nem uma vírgula sequer. Nunca ninguém gostou. Nunca ninguém se deu ao trabalho de me ler. Até em blogues escrevi. Post atrás de post. Ninguém lá ia. Masturbação, foi o que foi. Simples prazer individual. Ninguém me partilhou.
Se calhar não sei escrever. Deve ser isso.
Já é tarde. Ela já não vai voltar hoje. Não a esta hora.
(...)
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Diniz Machado

«(...)havia outro gajo que para ter tusa tinha de se vestir de bombeiro, há gajos que têm a tusa desviada, são mirones dos outros, e há aqueles que ficam debaixo da cama só para ouvir o barulho, outros querem que lhes chamem nomes, havia um gajo que queria que lhe chamassem professor de matemática, ele não conseguia acabar se a mulher não se pusesse a chamar-lhe professor de matemática, professor de matemática,(...)» in O Que Diz Molero
Diniz Machado faria hoje 80 anos.
O Chico e o "esperto"

No Público:
«Afinal a história está mal contada. Não foi Chico Buarque que quis conhecer o primeiro-ministro durante a sua viagem ao Brasil, como foi divulgado pela imprensa portuguesa. Foi José Sócrates que pediu esse encontro.
"Foi o vosso ministro quem pediu o encontro. Aliás, nem faria muito sentido eu pedir um encontro e o primeiro-ministro vir ter à minha casa", disse o músico e escritor brasileiro ao PÚBLICO, através de correio electrónico. Chico Buarque ficou indignado ao saber que a imprensa nacional estava a contar uma versão bastante diferente.(...)»
Porque será que o Zé insiste em fanfarronices sem sentido? Esta pode ser encarada como uma mentirinha (quase) inocente, mas depois como quer que acreditemos nele?
Já nem defraudado me sinto. Sinto apenas uma indisfarçável angústia por ter este homem à frente dos destinos do país. E tenho pena...
Até que 31 de Maio chegue... (XIX)
E, finalmente, chegou!
Uma breve entrevista com Neil para assinalar este dia. Nos próximos, por aqui, irão passar algumas das novas canções.
Uma breve entrevista com Neil para assinalar este dia. Nos próximos, por aqui, irão passar algumas das novas canções.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Karev e a música
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O Super treinador
terça-feira, 25 de maio de 2010
(...) - 27
(...)Sempre fiéis a tudo até o trocarmos por outras fidelidades. Em tudo. Se excluirmos o futebol, talvez. Aí nunca se muda. Pelo menos foi o que ouvi dizer. E acredito.
Até que o médico, simpático, sorridente, gentil e ameaçador, me disse, se não larga esse vício, não lhe dou mais de um ano de vida.E larguei. Até foi fácil. De um dia para o outro.
Fiquei surpreendido comigo mesmo. Nunca me julguei capaz. Mas fui. E depois soube-me bem esta vitória sobre mim mesmo. Mas agora acho que já não interessa. Desde que a chamei já não interessa.
Apetece-me mesmo um cigarro.
Acho que guardei alguns do último maço inacabado. Para me tentarem e eu me sentir resistente.
Cá estão. Meio maço.
Acendo um e dou uma longa baforada. Sabe-me bem, tão bem. Como da primeira vez. Uma surpresa, só que agora todos os neurónios que fui guardando se regozijam com a sensação.
E agora, um café.
Um cigarro e um café. E depois um uísque e pronto! Acho que fico satisfeito.
Só falta mesmo a pequena máquina de escrever e podia transformar-me num escritor de policiais negros.
(...)
Até que o médico, simpático, sorridente, gentil e ameaçador, me disse, se não larga esse vício, não lhe dou mais de um ano de vida.E larguei. Até foi fácil. De um dia para o outro.
Fiquei surpreendido comigo mesmo. Nunca me julguei capaz. Mas fui. E depois soube-me bem esta vitória sobre mim mesmo. Mas agora acho que já não interessa. Desde que a chamei já não interessa.
Apetece-me mesmo um cigarro.
Acho que guardei alguns do último maço inacabado. Para me tentarem e eu me sentir resistente.
Cá estão. Meio maço.
Acendo um e dou uma longa baforada. Sabe-me bem, tão bem. Como da primeira vez. Uma surpresa, só que agora todos os neurónios que fui guardando se regozijam com a sensação.
E agora, um café.
Um cigarro e um café. E depois um uísque e pronto! Acho que fico satisfeito.
Só falta mesmo a pequena máquina de escrever e podia transformar-me num escritor de policiais negros.
(...)
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
familias
sexta-feira, 21 de maio de 2010
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