Tenho esta mania, muito arreigada em mim, de que não gosto dos japoneses. Porque me irritam com as suas comezinhices, com as suas manias que me parecem excêntricas, esquisitas, fora de todos os contextos. Sei que são preconceitos e assumo-os como tal, não me importo com isso e vou continuando a afirmar, peremptoriamente, de que não gosto dos japoneses e da sua cultura que me parece tão irritante.
Mas depois, e há sempre um depois, surge algo, ou, neste caso, alguém, que me dá um pontapé nas certezas e se vinga de mim com uma coisa como esta, mostrando-me que todos os preconceitos mais não são que parvoíces encapotadas por certezas estúpidas.
É assim como uma espécie de vingança, neste caso uma vingança doce...
domingo, 6 de dezembro de 2009
E agora Queiroz (II)

No Folha on line vinha isto:
«(...)Sou brasileiro, o Brasil é meu país. Mas também amo e sou grato a Portugal e quero retribuir com o meu trabalho. Estarei dividido e vou procurar fazer meu trabalho", completou Liedson.»
E agora Queiroz, qual é exactamente o trabalho deste rapaz? É estar dividido? É marcar nas duas balizas ou escolher apenas aquela que se opõe à do seu país, como é normal que faça?
E agora Queiroz?
Vais convocá-lo? Ou vais oferecê-lo ao Duda?
sábado, 5 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
E agora Queiroz?

«Brasil, Coreia do Norte e Costa do Marfim no caminho de Portugal
O sorteio da fase final do Campeonato do Mundo de futebol colocou a selecção portuguesa no Grupo G e ditou como rivais da equipa treinada por Carlos Queiroz o Brasil, a Coreia do Norte e a Costa do Marfim(...)»
E agora Queiroz?
Ainda nos estão atravessadas as últimas seis batatas brasileiras.
A Costa do Marfim é apenas uma das melhores selecções africanas, onde impera um senhor chamado Drogba.
A Coreia do Norte é uma eterna desconhecida, mas já em 66 nos marcou três golitos sem resposta, até que o senhor Eusébio acordou e resolveu dar a volta à questão, mas parece que ele já não joga.
E agora Queiroz?
Ainda somos candidatos?
Ou será que agora é que somos candidatos?
A quê?
Agora Queiroz... parece que é contigo!
Reino dos Céus?

Hoje no i on line:
«Transexuais e homossexuais não entrarão no Reino dos Céus, não sou eu quem diz, e sim S. Paulo, garante o cardeal mexicano Javier Barragan, recém-aposentado de funções no Vaticano.(...)
Em declarações publicadas no site pontifex.roma, o cardeal defende que "não se nasce homossexual, torna-se homossexual. Por várias razões, por educação, por não ter desenvolvido a dignidade durante a adolescência... Talvez [os homossexuais] não sejam culpados, mas por irem contra a dignidade do corpo, certamente não entrarão no Reino dos Céus(...)»
Resta saber se, de facto, será tão importante assim entrar no Reino dos Céus? Até porque, até hoje, ainda ninguém nos conseguiu esclarecer, concretamente, qual a estrada que lá vai dar e se o prometido paraíso não será mais que uma quimera.
E depois, como dizia a outra, good girls go to heaven, bad girls go everywhere...
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Caim (e Abel)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A literatura e o senhor Brown

Os doutos entendidos em questões de literatura dizem-nos que isto não o é. Que são umas historietas contadas por um senhor com o seu quê de manhoso, que aproveita temas que suscitam a curiosidade mórbida dos potenciais leitores, para vender uns quantos milhares, milhões, de palavras mal engendradas e assim enriquecer à custa de tolos que não fazem a mínima ideia do que é a literatura e para que servem os livros.
Pois eu confesso que, apesar de ler muito e de nunca me sentir satisfeito com a quantidade de livros que leio, também não consegui, ainda, descobrir o que é, exactamente, a literatura, embora tenha uma (leve) ideia do propósito dos livros.
E esse, creio eu, está perfeitamente cumprido nas páginas que o senhor Brown nos vem deixando. Puro entretenimento, alguma descoberta, ficção q.b., um crescente interesse pelo que se está a ler e uma satisfação garantida quando se chega ao fim da leitura.
Dei sempre por muito bem empregue todo o tempo que demorei a ler os seus livros e agora, quando acabo de ler o Símbolo Perdido, reforço esse meu sentimento.
Gostei bastante, empolguei-me e até, pasme-se, fiquei satisfeito.
Mesmo não sabendo, ainda, o que é a literatura, mais uma vez fiquei convencido de que os livros servem para nos satisfazer e este cumpriu o seu dever.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Uma rapsódia a valer!
De visita a um dos meus sitios do costume, deparei-me com esta maravilha.
Nunca esta canção (que até uma das minhas preferidas desta banda) me soou tão perfeita!
Nunca esta canção (que até uma das minhas preferidas desta banda) me soou tão perfeita!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
25 de Novembro
terça-feira, 24 de novembro de 2009
A sorte dança em Covent Garden
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