Retirado do baú das minhas memórias, das minhas mais gratas memórias musicais, um dos mais belos momentos que o chamado rock progressivo nos ofereceu, a parte final de Gates of Delirium, do álbum Relayer, que ficou conhecida como Soon. Aqui numa versão mais velha, cerca de 28 anos, que o original.
Por favor desfrutem:
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Destaques da nossa imprensa (pelo menos de alguma)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Haverá sempre o Outono
Há quem acredite piamente no Verão.
Há quem acredite infinitamente no amor.
Há quem pense que o destino nos marca as horas e nos leva pela mão.
Mas também há quem consiga contar os dias ao contrário.
Quem consiga sonhar mais longe do que imaginava ser possível.
Há quem perca as esperanças…
Mas também há quem as ganhe de novo.
Senão no Verão, então no Outono que lhe sucede.
Há quem acredite infinitamente no amor.
Há quem pense que o destino nos marca as horas e nos leva pela mão.
Mas também há quem consiga contar os dias ao contrário.
Quem consiga sonhar mais longe do que imaginava ser possível.
Há quem perca as esperanças…
Mas também há quem as ganhe de novo.
Senão no Verão, então no Outono que lhe sucede.
O Estado do casamento

Que diabo tenho eu a ver com o facto do João e do Manel gostarem um do outro e quererem casar?
O que me interessa a mim se a Isabel e a Maria desejam contrair matrimónio?
Quero lá saber se o Joaquim e a Luísa querem trocar alianças.
Será que não temos, todos, os mesmos direitos? Será que é o Estado que deve definir o sexo da pessoa com que cada um quer casar?
Não somos todos iguais aos olhos do Direito?
Ou afinal Orwell é que tinha razão e não passamos de porcos.
Uns mais iguais que outros…
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O Marcelo e as suas escolhas

Até gosto de o ouvir, sabendo de antemão que tem uma agenda pessoal e aquele ego imenso, próprio de quem não admite erros, a não ser os alheios.
Ontem só o ouvi por poucos minutos, mas ainda fui a tempo de assitir à apresentação das novidades editoriais:
«(...)o último livro de Baptista Bastos, interessante como sempre, Elegia para um Caixão Vazio(...)»
Ora, sabendo que este livro foi editado em 1984 pelas extintas edições O Jornal, pergunto-me, será que o Marcelo sabe mesmo do que fala?
Só visto
Carvalhal diz: “Os adeptos não podem deixar adormecer o Sporting”
E estes notáveis(?) não perderam tempo
Pelo menos enquanto estiverem a rir não adormecem.
E estes notáveis(?) não perderam tempo
Pelo menos enquanto estiverem a rir não adormecem.
O muro das lamentações
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Os heróis que nos acompanham
Luthien Tinúviel

Haverá alguém que recuse a imortalidade?
Haverá alguém que se perca na voragem dos dias em busca duma finitude que não lhe é própria?
Haverá alguém que troque a visão do fim dos tempos pelo fim certo daqueles que nem o sonham?
Haverá alguém que queira ficar por aqui sabendo que os outros caminhos o podem levar a portos onde o sol nunca se põe?
Haverá alguém disposto a trocar um paraíso, pelo constante sofrimento dos que sabem que o inferno pode estar ao virar de uma qualquer esquina?
Haverá alguém que troque um perpétuo sorriso por uma fugaz, mas intensa, gargalhada?
Haverá alguém que deseje ser apenas gente e não um semi-deus impossível?
Não conheço muitas pessoas assim, aliás só conheci Tinúviel e Arwen que, por amor a algo maior que a vida, se permitiram perdê-la.
Mas estas são personagens que viveram apenas na imaginação de Tolkien, ou então na esperança de alguns de nós…
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
On drums Phil Collins

«Phil Collins (...) declarou ao jornal alemão "Hamburger Abendblatt" que perdeu a sensibilidade nos dedos desde que foi submetido a uma cirurgia a uma vértebra deslocada no pescoço, realizada em Abril deste ano.(...)»
Seria preferível, digo eu, que tivesse sido a voz a ser afectada, já que na bateria ele ainda conseguia fazer umas coisas bastante boas.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
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