quinta-feira, 14 de maio de 2009
Patxi Andion
quarta-feira, 13 de maio de 2009
BB - Cannes, 1956
terça-feira, 12 de maio de 2009
O futuro é míope

No i online:
«Oftalmologistas alertam: Magalhães faz mal aos olhos
Ecrã e teclas pequenas, já se sabe, não fazem bem à vista. Mas o alerta tem um alvo em concreto: O Magalhães, disse hoje a Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, pode fazer disparar os casos de miopia. “Com o uso cada vez maior do computador e, neste caso, de um portátil que ainda é mais pequeno, com letras mais pequenas, em que se procuram distâncias de leitura cada vez mais próximas, o número de miopias com certeza vai aumentar em flecha”(...)»
E qual o espanto? Então não é isso que se pretende?! Que no futuro a vista não alcance mais do que aquilo que está a um palmo de distância?
Aliás, pelas evidências quotidianas, parece-me que esse futuro já chegou...
Assim não brinco!
Dennis McShade

Molero foi a sua coroa de glória. A sua e a de todos nós que tivemos o privilégio de a ler, saborear e rir com toda a parafernália lisboeta que o livro, puramente, nos oferece.
Mas Dinis Machado não é só Molero! Foi jornalista desportivo, bandadesenhadista na Tintin e mestre de policiais. Daqueles escuros, recônditos. Daqueles em que o herói é a sua antítese. Daqueles em que damos por nós a admirar quem, em teoria, não possui os princípios que, comummente, aceitamos como bons, na senda de Marlowe ou Spade. Na velha escola dos policiais negros de Hollywood, quase que nos parece ver Bogart ou Cagney sair daquelas páginas cheias de golpes e contra golpes, plenas de estereótipos deliciosos, de convenções de negrume, mas escritas de uma maneira única, narrando-nos contornos que se situam perto duma poesia desajeitada mas, igualmente, muito bela.
Dinis Machado tornou-se, por vontade e, digo eu, por obrigação de estilo, em Dennis McSahde e pintou-nos uns quadros negros, mas luminosos, em três casos protagonizados por Peter Maynard, o mais improvável assassino profissional, aquele por quem nos deixamos seduzir, aliás, talvez seja essa a faceta mais extraordinariamente necessária aos que abraçam essa profissão.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Eurovisão (I)
Na semana do Eurofestival, irei recordar aqui as 5 músicas, representantes de Portugal, de que mais gosto.
Começo por 1966, Madalena Iglésias, Ele e Ela
Começo por 1966, Madalena Iglésias, Ele e Ela
Rajá fresquinho

Dos recantos da memória saltaram-me, há dias, estes bonequitos. Vinham nas embalagens dos gelados Rajá, que o tempo já derreteu mas que, pelo que me recordo, rivalizavam fortemente com os da Olá. Não que me lembre exactamente dos sabores a fruta ou chocolate, mas lembro-me bem dos brindes que nos ofereciam e que tanto nos alegravam. Eram estes os meus preferidos. Já nessa altura, que me parece tão distante, a tintinófilia se fazia sentir. Coleccionei-os; acompanharam-me durante muito tempo, até que desapareceram. Hoje valem uma pequena fortuna para os coleccionadores, para mim, valem uma boa memória!
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