Na semana do Eurofestival, irei recordar aqui as 5 músicas, representantes de Portugal, de que mais gosto.
Começo por 1966, Madalena Iglésias, Ele e Ela
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Rajá fresquinho

Dos recantos da memória saltaram-me, há dias, estes bonequitos. Vinham nas embalagens dos gelados Rajá, que o tempo já derreteu mas que, pelo que me recordo, rivalizavam fortemente com os da Olá. Não que me lembre exactamente dos sabores a fruta ou chocolate, mas lembro-me bem dos brindes que nos ofereciam e que tanto nos alegravam. Eram estes os meus preferidos. Já nessa altura, que me parece tão distante, a tintinófilia se fazia sentir. Coleccionei-os; acompanharam-me durante muito tempo, até que desapareceram. Hoje valem uma pequena fortuna para os coleccionadores, para mim, valem uma boa memória!
...
domingo, 10 de maio de 2009
Ce n'est rien
Retorno à minha infância, quando ainda éramos todos um pouco franceses, e reouço esta música calada em mim há já tanto tempo.
Ouço-a com um agrado suplementar, agora que a língua de Molière se me vai tornando mais familiar...
Ouço-a com um agrado suplementar, agora que a língua de Molière se me vai tornando mais familiar...
7ª
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Hey Jude
Imortais! Imperecíveis! Impossíveis! Fantásticos! Agregadores!
Bonito... de se ver... de se ouvir... de se compartilhar...
Londres...Trafalgar...Hey Jude...
Todos somos Beatles!
Bonito... de se ver... de se ouvir... de se compartilhar...
Londres...Trafalgar...Hey Jude...
Todos somos Beatles!
Subindo a Calçada
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Já foi terra de saloios, quando a cidade se concentrava à volta da sua baixa. Arrabalde, fora de portas que, com o crescimento da cega fúria urbanizadora, se tornou em qualquer coisa que não consigo denominar. Integrou a cidade e tornou-se numa das suas portas, por onde passam milhares de veículos que nunca param, nunca vêem, nunca sabem. Mas há quem por lá viva, naquela espécie de colina a que chamamos Calçada de Carriche, mesmo junto à rua estreita, que ainda cheira a antigo e que dá nome a toda a zona, Lumiar. Lumiar foi também o nome de um cinema que por lá havia. Vi muitas vezes as letras, que no exterior o intitulavam. Creio ter sido uma sala de reprises, tal como as que existem (ou existiam) em muitas vilas por todo o país. Nunca lá entrei. Como provavelmente aconteceu com quase toda a gente. Talvez por isso tenha fechado, porque estava num sítio onde ninguém pára, nem mesmo os que por lá vivem, o que, infelizmente, vai acontecendo um pouco por toda a cidade, as pessoas vão passando, mas poucos por lá param.
Bom fim de semana!
caminhos...

O frio é fininho, a manhã surge levemente chuvosa. É um acordar bom, quente, apesar do cinzento lá de fora.
Faz hoje 25 anos e não está em casa.
O dia será longo, irá completar-se numa outra cidade, naquela a quem chamam luz, embora naquele dia se vista de cores pardas, molhadas, melancólicas até. Mas, mesmo aquela pouca luz abre, límpido, o sorriso de quem a vê pela primeira vez.
No entanto, antes de lá chegar, ficará por mais uns momentos nesta onde acorda agora, nesta que, anos mais tarde, irá conhecer melhor. No dia que se aproxima, calma mas decididamente e que está já a surgir, ao virar da esquina, quando o dia de amanhã passar para o de depois…
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Mourinho, o condutor de homens!!!
Finalmente percebemos como Mourinho motiva os seus jogadores!
Obviamente todos sabemos que o futebol, a sério, é para homens de barba rija e compreensão pouco rápida!
Ou pelo menos limitada a um vernáculo bem macho!
Obviamente todos sabemos que o futebol, a sério, é para homens de barba rija e compreensão pouco rápida!
Ou pelo menos limitada a um vernáculo bem macho!
Berlusconi imparável!!!

Depois disto e disto, agora isto:
No Expresso online:
«Berlusconi: "Posso apalpá-la um pouco?"
(…)
Quando Berlusconi posava para uma fotografia com os bombeiros locais [que aqui se reproduz], virou-se para Beltrami, assessora para a área da Solidariedade, e perguntou: "Posso apalpar um pouco a senhora?". Beltrami afirmou mais tarde que o comentário do primeiro-ministro italiano a deixou "constrangida". "Sinto-me como uma personagem de um desenho animado", confessou.(…)»
Fawlty Towers

30 anos depois os actores da hilariante série Fawlty Towers voltaram a reunir-se!
Recordo com agrado o histerismo de Mr.Fawlty, com a sua esposa e a empregada a tentarem apagar todos os fogos que o senhor ia ateando. Retenho com mais agrado ainda o empregado from Barcelona, que dizia a toda a hora: don't hit me, you always hit me!!!
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