quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Heróis de Papel (31)


Nome: Aragorn
Autor: J.R.R.Tolkien
Obra: O Senhor dos Anéis
Ano de Nascimento: 1954
Origem: Inglaterra

A Arte do Fingimento (44)


Nicolas Cage (Long Beach, 1964)

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A diva portuguesa (II)


Partiu hoje, com 82 anos, aquela que foi, de facto, a única diva do cinema português!

(manu)Escrever


Actualmente escrevo muitas vezes, a maioria para ser sincero, batendo nas teclas acopladas a um monitor, fazendo com que as letras que vou juntando, as palavras que vou alinhavando, apareçam directas e escorreitas num folha de papel virtual que o computador me vai mostrando. Faço-o porque é mais prático, faço-o porque é mais rápido. Não o faço por gosto, não o faço por convicção, não o faço alegremente!
Continuo a preferir, e acho que vou continuar sempre, a verdadeira folha de papel, a verdadeira caneta, a delicadeza do aparo a deslizar pela brancura duma folha inteira. Continuo a deliciar-me com o preenchimento dessa folha, com o surgir de pequenos traços e riscos negros que vão formando as ideias e dando consistência a saberes, dúvidas, alegrias e ideias soltas, que se vão juntando e unindo, formando a beleza única que transporta consigo uma folha manuscrita.
Gosto de ver a caneta dançar, desenhar. Gosto de sentir a ruga tintada soltar-se do bico e passar inteira para o papel. Gosto de ver as letras desenhadas, gosto de saber que foram feitas por mãos dotadas de inteligência e não por meros sistemas alfa numéricos que, no fundo, não compreendem a essência daquilo que escrevem. Gosto de saber que as palavras tem alma própria, que são escritas com vontade, com força e certeza.
Sou adepto da escrita verdadeira. Muito daquilo que aqui vou escrevendo, rascunho-o primeiro no papel, risco e emendo no papel, volto a escrevê-lo no papel, até que o passo para o teclado. Sou um amigo do bloco de anotações, sou um moleskineano. Ficaria mais contente se pudesse alimentar este espaço com posts de papel. Ficaria mais realizado se pudesse distribui-lo em envelopes de papel.
Mas como (ainda) tal não é possível, vou fazendo assim, esperando que quem me leia o consiga imaginar dentro de uma folha, com uma letra desenhada, com o cheiro próprio da tinta fresca, como um bloco cujas folhas se mantém vivas, tal como as palavras que o habitam!

O novo presidente

E pronto, como se esperava, lá ganhou este!


Contudo, e ao contrário daquilo que alguns meios de comunicação social portugueses nos quiseram fazer crer com a sua intensíssima cobertura, nós continuamos com este!

Heróis de Papel (30)


Nome: Tom Sawyer
Autor: Mark Twain
Obra: As Aventuras de Tom Sawyer (e outros dois livros)
Ano de Nascimento: 1876
Origem: E.U.A.

A Arte do Fingimento (43)


Glenn Close (Greenwich, 1947)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

BPN


E a nacionalização do BPN implica, concretamente, o quê?

Nos céus da Europa


Felizmente que nos céus (da capital) da Europa, há alguém que olha por nós!!!

A Essência


“O que não se vê, apenas se revela a quem saiba procurar dentro de si”!

É deste modo que o Menino Triste se questiona e parte numa demanda em que se propõe encontrar a essência da arte! Em que vai tentar encontrar a inspiração necessária para criar, também ele, algo que dignifique, ou melhor, transmita a essência do belo, daquilo que realmente pode interessar! Do que acrescenta, do que se torna imortal!
Creio que a essência, da arte, do belo, da vida afinal, é algo que nos pode tornar maiores, será mesmo a única coisa que nos pode tornar inteiros, porque é lá que reside a verdade, não aquela com que quotidianamente procuramos lidar e que passa por ser a que cada um de nós tem à sua frente, mas a outra, a verdadeira, a verdade verdadinha, a que nos faz ser mais que meros autómatos, que simples conjuntos de moléculas andantes.
Se calhar é nessa busca, nessa procura constante, nessa demanda interminável, que muitos aspiram, mas muito poucos alcançam, que se consegue, no fim de tudo, realizar as obras máximas, as mais belas conquistas de uma humanidade que teima em perder-se a si própria. O belo torna-se, naturalmente, efémero, porque não sabemos, ou não conseguimos, absorvê-lo com a interioridade e com a grandeza que ele merece, na sua essência!
Por isso, tal como nos alerta o Menino Triste, é necessário e fundamental que a primeira busca se faça dentro de nós! Diria mais, é essencial que assim seja!

Heróis de Papel (29)


Nome: Obélix
Autor: Goscinny & Uderzo
Obra: Aventuras de Astérix o Gaulês
Ano de Nascimento: 1959
Origem: França

A Arte do Fingimento (42)


Nicolau Breyner (Serpa, 1940)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Banda Sonora (adenda)


Ainda vou a tempo de acrescentar esta verdadeira pérola à minha banda sonora de eleição.
Nome: No Cars Go (Neon Bible)
Autor: Arcade Fire
Ano: 2007
Indispensável, imperdível, imortal!

Heróis de Papel (28)


Nome: Robert Langdon
Autor: Dan Brown
Obra: Anjos e Demónio e Código Da Vinci
Ano de Nascimento: 2000
Origem: E.U.A.

A Arte do Fingimento (41)


Tom Hanks (Concord, 1956)