segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Ódios de Estimação (46)


Irra, nem há palavras para definir o fim das férias!!!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Férias


Vou ali e já volto.
Até Agosto!

O futuro foi ontem


Os Duran Duran surgiram numa altura em que, já numa fase tardia da adolescência, eu não gostava de alinhar pelos padrões comummente aceites pela maioria dos meus contemporâneos. Aliás, ainda hoje, pelo menos em termos culturais, sou um bocadinho assim, embora já saiba aceitar melhor as necessárias diferenças.
Naquele caso não alinhei e achava os Duran Duran como os elementos mais acabados do pior mainstream possível! Cada vez que eles apareciam lá fechava os olhos e os ouvidos o mais rapidamente possível.
No entanto e como já referi, vamos crescendo e vamo-nos tornando, às vezes, mais abertos às outras vozes, compreendemos que o mundo tem muitas nuances e, normalmente, temos menos dificuldade em percebe e admitir que errámos.
Agora já ouço Duran Duran com outro gosto, aliás também é norma dos que vão envelhecendo, saber tirar um particular sabor daquilo que lhes relembra idades já passadas.
Hoje passei por aqui e lembrei-me então de que esta foi a única música dos Duran de que gostei à primeira audição. Talvez por ter sido um fracasso junto do seu público! Talvez porque os Duran também tenham sabido envelhecer e tenham deixado para trás aquela onda a que chamávamos futurista e tenham resolvido deixar que o futuro lhes traga, apenas, boas recordações!

BAD


Os anos 80 foram pródigos em grandes canções, afinal um pouco como todas as décadas. Até aí a divulgação era feita sobretudo através das rádios, nesses anos surge a MTV e a voragem da mediatização tem o seu verdadeiro inicio! Nada ficou como dantes. A música começou a entrar, mais fácil e decididamente, em nossas casas.
Muitas bandas surgiram, muitos novos músicos apareceram e desapareceram num espaço de poucos meses. Outros mantiveram-se fortes e ainda hoje continuam a dar cartas. Muitos continuam a cumprir as saudades daqueles que, de alguma forma, os idolatraram. A sua memória, pelo menos, ficou viva e ainda hoje se continuam a deixar ouvir.
Mick Jones, antigo membro dos revolucionários Clash, depois do desaparecimento destes, formou uma outra banda, Big Audio Dynamite. No nosso país nunca conseguiu grande projecção, aliás, creio que o mesmo se passou um pouco por todo o lado. No entanto, os BAD, como também eram conhecidos, deixaram-nos alguns bons momentos. Há já muito tempo que não me lembrava deles, mas ontem aconteceu, e lembro-me de que gostava sobretudo desta música V-Thirteen e deste teledisco.

Cartaz TV (24)


A política pode ser uma actividade excitante, viciante, exaltante. Os políticos têm artes e manhas que nos fogem a nós, comuns mortais. É verdade que muitos têm aquela aura de demagógicos ou mesmo mentirosos, que não olham a meios para atingirem os seus fins, quantas vezes de menos claros contornos. Mas, no modelo de sociedade que temos, o que seria de nós sem eles e sem aqueles que, de facto, se interessam e pugnam pela causa pública.
A BBC, mais uma vez, com a excelência que se lhe reconhece, desmistificou esta(s) actividade(s), desconstruiu esta(s) realidade(s) e tendo por mote o mais fino humor, tão característico das gentes daquelas ilhas, ofereceu-nos uma série brilhante, Yes Minister!

Ódios de Estimação (45)


Sobretudo nos Estados Unidos, mas, infelizmente não só, há muito o hábito de certas cantoras serem consideradas como divas desta arte. Normalmente essa designação, que tem algo de superlativo, só é feita, digo eu, tendo em conta os interesses de algumas companhias discográficas de peso.
Essas divas têm, por norma, boas capacidades vocais, para além de outros atributos que, de alguma forma, as projectam nos imaginários de quem as consome.
Eu cá acho apenas que, cada vez que cantam, só vêm denegrir a imagem daquelas que, verdadeiramente, o sabem fazer, até porque em cada canção mais parece, na grande maioria dos casos, que essas senhoras estão a sofrer horríveis crises de cólicas intestinais, tais são os gritos desesperados que costumam emitir!

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Voltou!


Afinal ele lá voltou e trouxe o (ai)mar!!!!

Lou Reed


Confesso que não conheço Lou Reed muito bem. Conheço até bastante mal. Quer dizer, sei que é uma figura incontornável da música contemporânea. Conheço as suas canções que toda a gente trauteia, Just a Perfect Day e Take a Walk on the Wild Side. De qualquer forma a sua figura é-me, sem dúvida, algo fascinante. O seu mau feitio é lendário, a sua cara fechada também, bem como a sua faceta de génio encerrado sobre si próprio. Não consigo opinar se realmente é assim, objectivamente não sei, mas sei que tenho um disco seu, chama-se New York e se bem que não se coadune com as minhas discografias de eleição, posso afirmar, sem errar, que é das melhores coisas que a música norte americana me ofereceu!

Cartaz TV (23)


Creio que todos nós gostamos de frequentar um daqueles lugares onde a boa disposição, a conversa agradável, as novidades, e as caras conhecidas são uma constante.
Durante 275 episódios, distribuídos por 11 temporadas, foi possível visitar esse lugar.
Chamava-se Cheers e, de facto, deu-nos tudo aquilo que atrás referimos, em doses maciças!
Foi uma das mais divertidas sitcoms norte-americanas alguma vez produzidas. Ted Danson, Shelly Long, Kirstie Alley, Woody Harrelson, foram alguns dos nomes que mais conhecidos ficaram graças a Cheers.
Baseado num bar real existente em Boston, que se chama Bull & Finch Pub, este foi um lugar único onde todos nós, que o gostávamos de frequentar, nos sentíamos, verdadeiramente, bem. Era com muito agrado que todos os dias participávamos no uníssono Norm que pontuava a entrada no bar do actor George Wendt. Como dizia a canção do genérico, aquele era mesmo o sitio where everybody knows your name!

Ódios de Estimação (44)


Não será o único culpado pelo estado a que chegou o futebol português, mas, que diabo, é o presidente daquela coisa que, supostamente, dirige os seus destinos!!!
E depois com este arzinho... tá bem tá!!!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Tanto (ai) mar!


Ó Rui, lembra-te do O’Neill !
Aimar, Aimar, há ir e [não] voltar!!!!

Ódios de Estimação (43) [o tuga]


Tenho a perfeita noção de que as generalizações valem o que valem, ou seja, muito pouco. Mesmo aquelas que se dizem baseadas em estudos, têm muitas lacunas e não são, normalmente, isentas de incorrecções. No entanto, hoje, apetece-me generalizar e o que vou dizer até acaba, creio eu, por ter alguma razão.
O português típico é o rei do desenrasca! Do desenrasca e da tentativa de enganar o próximo! Não há ninguém, ou quase, que nunca tenha pensado na possibilidade de passar a perna ao seu semelhante. Estamos sempre a magicar aquela hipótese de fugir ao imposto, de não pagar aquela conta, de poupar uns cêntimozitos naquela compra, mas tudo, sempre tudo de forma pouco clara. E o mais engraçado é que depois fazemos gala nisso e aproveitamos para o clamar no nosso círculo de conhecidos e, espanto dos espantos, os outros não ficam indignados pela falcatrua! Ficam é estupefactos por não terem tido a mesma esperteza!
E então surge também o desenrascanço! O português não planeia! Desenrasca! Não previne! Remedeia! Tudo resolve é certo, mas nunca resolve segundo os trâmites normalizados, tem sempre de dar mais umas voltas, fazer mais umas piruetas, porque seguir as normas é para os totós! Pagar os impostos é para os parvinhos! Respeitar os outros é sinónimo de menoridade!
De desenrascanço e da esperteza saloia vamos vivendo, pena é não conseguirmos ter a noção de que assim nunca mais sairemos da cauda da Europa!
Mas cá vamos andando, cantando e rindo, outra vez!

CPLP


No DN de hoje:

«Venezuela, Ucrânia e Croácia querem ser da CPLP
Subitamente, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa tornou-se um clube muito requisitado. Há dois anos, a Guiné Equatorial e o Maurício entraram, com o estatuto de países associados. Este ano, será a vez do Senegal. Na lista de espera, estão países do Leste e América Latina(…).»

Logo, falar português não é factor determinante para ser membro. Aliás, tal facto até nem é, na verdade, novidade nenhuma!
E já agora, para que serve exactamente a CPLP ?

Cartaz TV (22)


É daquelas coisas que não precisa de grandes comentários! Basta vê-los uma vez uma vez para se perceber tudo! O sarcasmo inteligente, a ironia bruta, a boçalidade única, a bestialidade imparável, mas, sobretudo, a grande e inigualável capacidade de desmontar e desmistificar o politicamente correcto!
Os Simpsons são tudo aquilo que não desejaríamos ser, mas, por outro lado, mais não são do que um espelho fiel da nossa sociedade. Eles existem mesmo e são, de facto, amarelos. São simpaticamente desprezíveis, atraentemente horríveis e asquerosamente deliciosos!
Eu cá adoro-os!!!

Ódios de Estimação (42)


O Coisa está cada vez mais parecido com os zombies do seu tele disco mais famoso!!!